Avisos Paroquiais
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Jesus: Caminho, Verdade e Vida da humanidade

26/05/2011

22/05/2011

5° Domingo da Páscoa

At 6,1-7 / Sl 32 (33) / 1Pd 2,4-9 / Jo 14, 1-12

Tema: Jesus: Caminho, Verdade e Vida da humanidade

Toda pessoa procura um sentido para sua vida.

Hoje nos encontramos com o ressuscitado que é o Caminho, a Verdade e a Vida. Ele nos alenta em nossa caminhada com sua presença confortadora. Ele nos mostra o Pai através de suas palavras, seus gestos, ou seja, a pessoa de Jesus revela o Pai.

Como povo conquistado por Deus, cantemos um canto novo, porque ele fez maravilhas no seu Filho Jesus.

Jesus nos convida a renovar nossa adesão a ele e nosso desejo de comunhão e solidariedade de uns para com outros.

O evangelho mostra que a partida de Jesus, para a casa do Pai através da morte e ressurreição, deixava o coração dos discipulos pertubado. Tomé e Filipe representam a comunidade na busca de libertação do medo que impede a ação missionária. Jesus ressuscitado consola os discipulos com a sua presença, revelada na oração, no dom do Espirito, na escuta amorosa da palavra, no dom da paz. (Jo 14,13-14.16-17.21.27)

Os discipulos ainda não tinham compreendido que Jesus, mediante sua vida e missão, indicou o caminho a seguir para chegar ao Pai. Tomé expressa o desejo de conhecer o caminho . No encontro com Tomé, Jesus faz a grande revelação: "Eu sou caminho, verdade e vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim"Jesus é caminho por ser a verdade, expressão de sua fidelidade ao Pai, por ser a vida que consiste na comunhão perfeita de amor com o Pai.

A pergunta de Filipe: "Senhor, mostra-nos o Pai e isso basta para nós". Quer nos mostrar que os disciopulos ainda não se deram conta de que Jesus como Caminho, verdade e vida é o lugar onde Deus se torna presente. Há tanto tempo estou convosco e não me conheces? Quem me viu tem visto o Pai"(Jo14,9). quem acredita em mim fará as obras que eu faço (v.12).

Na 1ª leitura, At 6,1-7, a comunidade se organiza para continuar fiel ao projeto de Deus.

A 1ª leitura mostra o primeiro conflito na organização interna. A comunidade inteira é convocada para examinar a questão e chegar a uma decisão, todos participam e o problema é como tornar eficiente a partilha dos bens em favor dos pobres e os necessitados (viúva). O texto mostra como os ministérios vão surgindo na Igreja em resposta às necessidades concretas: é a necessidade que leva a formar estruturas de serviço.

A abertura à ação do Espirito Santo possibilita a unidade da comunidade em meio a diversidade. Além de rezar, pregar a palavra de Deus, é necessário acolher os pobres, representados sobretudo pelas viúvas.

Na 2ª Leitura de 1Pd 2,4-9, a comunidade é o sacramento da presença de Deus.

Pedro escreveu a migrantes, trabalhadores, escravos da Ásia Menor. Essas pessoas sem lar, sem pátria, sem liberdade, sentem profundo desejo de viver como gente.

A situação desses cristãos imigrantes em terras estrangeiras é a mesma de Jesus, que foi descartado como inutil.

Jacareí,21/22 de Maio de 2011

Pe. José Afonso de Souza

Pároco

Fonte: Projeto Nacional de Evangelização, n°16 - CNBB

           Roteiros Homiléticos - Pe. José Bortolini - Paulus

           Biblia Sagrada - Edição Pastoral - Paulus

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