Avisos Paroquiais
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O Espírito Plenifica Nosso Batismo

01/06/2011

29/05/2011

6° Domingo da Páscoa

At 8,5-8.14-17 / Sl 65 (66) / 1Pd 3,15-18 / Jo 14,15-21

Tema: O Espirito Plenifica Nosso Batismo

Hoje a liturgia nos coloca em clima de Pentecostes. Jesus, em seu discurso de consolação dirigido aos discipulos, lhes promete o Espirito Santo, que irá conduzi-los na missão de anunciar o evangelho a todos e todas. Eles não ficarão órfãos, pois o Espirito do Senhor estará sempre com eles.

A comunidade é sinal sacramental da presença de Cristo. Testemunhamos sua presença na unidade, um só corpo, reunido em seu amor.

Os capitulos de 13 a 17 de João são conhecidos como o discurso de despedida, onde encontramos diversas normas de vida deixadas por Jesus à comunidade antes de sua partida para a casa do Pai. O texto de hoje (Jo 14,15-21) ressalta que amar Jesus consiste em guardar seus mandamentos, sua palavra: "Se me amais, observareis os meus mandamentos" (Jo 14,15). Os que amam Jesus são consolados com a promessa da vida no Espirito.

O Espirito Santo continua a obra de Jesus, ele é o advogado que defende a comunidade. Jesus envia o Espirito Santo como defensor da comunidade cristã. O Espirito Santo é a memória de Jesus que continua sempre viva e presente na comunidade. Ele ajuda a comunidade a manter e interpretar a ação de Jesus qm qualquer tempo e lugar. O Espirito Santo leva a comunidade a discernir os acontecimentos para continuar o processo  de libertação, descobrindo o que é vida e o que é morte, com isso a comunidade realiza os atos de Jesus na história.

A primeira leitura (At 8,5-8) acentua a ação missionaria na Samaria e o dom do Espirito Santo. Com a perseguição e o martirio de Estêvão, muitos cristãos saem de Jerusalem e anunciam a fé na Samaria. Filipe anuncia a Boa Nova de Cristo, e causa grande alegria na cidade. A pregação de Filipe é acompanhada de milagres, ações libertadoras em favor da vida, que manifestam a presença do Reino.

Os apostolos Pedro e João chegam como enviados da comunidade de Jerusalem para acolher os novos convertidos. Por meio da oração e imposiçaõ da mãos dos apostolos manifesta-se o dom do Espirito Santo na pequena comunidade ques está se formando.

A segunda leitura (1Pd 3,15-21), os sofrimentos, de que fala a carta, não são aqueles provindos de algumas doenças ou um perseguição do Estado. São sofrimentos originados da situação em que se encontram os destinatários da sua carta: imigrantes sem direitos e que tem grande vontade de ser reconhecidos como gente, com isso eles eram vistos como subversivos(a chave da subversão é amar) e conspiradores (Is 8,12) onde, Pedro se insopira (não chamem de conspiração tudo o que esse povo chama de conspiração, não participem do medo deles e não se apavorem). Tais sofrimentos não devem ser suportados pelo sofriemnto em si, mas com finalidade bem precisa: "Por causa da justiça" (vv.13.17), esse sofrimento é uma bem-aventurança (Felizes de vocês), pois é consequencia do testemunho cristão (v.15)

Jacareí, 28/29 de Maio de 2011

Pe. José Afonso de Souza

Pároco

Fonte: Projeto Nacional de Evangelização, N° 16 - CNBB

           Roteiros Homiléticos - Pe. José Bortolini - Paulus

           Biblia Sagrada - Edição Pastoral

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