Avisos Paroquiais
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A sorte do discípulo: a mesma do mestre

30/08/2011

22° Domingo do Tempo Comum

Dia do Catequista

Jr 20,7-9 / Sl 62(63) / Rm 12,1-2 / Mt 16,21-27

Tema: "A sorte do deiscípulo: a mesma do mestre"

Uma saudação cordial e carinhosa aos catequistas e servidores(as) da comunidade pelo seu dia. todos(as), o reconhecimento e a gratidão da comunidade por seu trabalho em prol da formação cristã de nossas crianças, adolescentes, jovens e adultos. Deus abençoe a todos e todas.

Hoje é dia de Santo Agostinho, rezemos pela Paróquia Santo Agostinho do Urbanova, em São José dos Campos e pelo seu pároco Pe.José Roberto Fortes Paulau. Amanhã, dia 29 celebramos o martírio de São João Batista, dia internacional do combate ao fumo. Dia 3, sábado, dia do Papa São Gregório Magno.

Mais uma semana que temos pela frente: de trabalho, estudo, convivência familiar e social, compromisso com o bem comum, com os mais necessitados, cuidados com a saúde.

Fazia "pouco tempo", Pedro havia proclamado na cultura judaica, em que aguardavam um messias de sucesso, poderoso e rico, intocável. Pedro julgava que Jesus devia ser bem assim. No Evangelho de hoje, Pedro fica meio intrigado com Jesus; sente uma espécie de decepção em relação ao mestre.

Jesus vai ir até a sede do poder, Jerusalém e, não tinha dúvida que sa vida corria perigo; sentia-se marcado para morrer, ia passar tudo isso para ressuscitar ao terceiro dia.

Messias, sofrer, morrer? Isso é inaceitável. Pedro reage, que Deus não permita tal coisa. Jesus reage, sendo duro com Pedro. Vá para longe de mim. Satanás. "Satanás", tem a ver com adversário.

Ninguém é obrigado a segui-lo. "Se alguém quiser me seguir, terá a mesma sorte do Mestre. O resultado final dessa o~pção é encontrar a vida. Deus retribuirá a cada um de acordo com a sua conduta".

Não é fácil optar pelo Reino de Deus, por sua Palavra de vida. O Profeta Jeremias, que o diga, como ouvimos na primeira leitura, num momento de crise pessoal, ele confessa ter sido seduzido por Deus. Sua opção pela justiça de Deus custou-lhe muito sofrimento. Quando se tem uma mensagem, Deus não deixa o Profeta em paz.

De fato Deus não nos deixa em paz. Dentro de cada um de nós há sempre um "fogo ardente a penetrar o corpo todo". Como diz o Salmo 62: " A minha alma tem sede de Deus como a terra sedenta, o meu Deus!"

Não temos outra saída para cultuar esse Deus, se não oferecremos a nós mesmos em sacrificio vivo, santo e agradável: esse é o verdadeiro culto a Deus. É o que ouvimos na segunda leitura. É colocar o nosso corpo a serviço da justiça do Reino, contra toda injustiça.

Tal opção acarretou e acarreta perseguição, como aconteceu com os Profetas, Pedro, Paulo e tantos seguidores e seguidoras de Jesus. A vitótia dos seguidores é certa. Assim com sua morte e ressurreição destruiu o inimigo, é certa a vitória dos que o seguem no caminho da cruz.

Nós podemos desconfiar de uma Igreja que não conhece o mistério da cruz. O caminho dos cristãos não é diferente do caminho de Jesus.

Jacareí, 28 de agosto de 2011

Pe. José Afonso de Souza

Pároco

Fonte: Sinopse dos Quatro Evangelhos -Paulus

           Projeto Nacional de Evangelização - CNBB - n°17

           Bíblia Sagrada - Edição Pastoral - Paulus

          Roteiros Homiléticos - Pe. José Bortolini - Paulus

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