Avisos Paroquiais
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A Caminhada no Deserto

13/09/2011

24° Domingo do Tempo Comum

TEMA: A Caminhada no Deserto

Eclo 27,33-28;9: Perdoe a ofensa cometida ao próximo e quando você pedir seus pecados serão perdoados.

Rm 14,7-9: Na vida e na morte somos do Senhor

Mt 18,21-35:Não apenas sete vezes, mas até setenta vezes sete.

A primeira leitura do livro do Eclesiástico vem nos dizer que o ódio para com as pessoas é ruptura com Deus, e Ele dará a cada um de nós segundo a medida de nossos sentimentos em relação as pessoas. Mexer com elas é mexer com Deus. O perdão é sempre mais forte que a vingança.

A melhor coisa a ser feita, portanto, é perdoar as injustiças que os outros cometeram contra nós, a fim de que Deus perdoe as nossas (v.2), pois se alguém "não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos próprios pecados?" (v.4).

Nessa leitura temos alguns conselhos:

- Pensar no fim, na distribuição e na morte que nivela a todos (v.6-7). Ai cessa rancor e raiva.

- Pensar nos mandamentos, onde todos podem ter vida, liberdade e respeito mútuo. (v.8)

- Pensar na alinça com o altíssimo, a fim de não levar em conta a falta alheia. (v.9)

- Salmo 102(103), o salmista canta e exalta o carinho de Deus pelo seu povo. Na carta de São Paulo aos Romanos é lembrada a história da comunidade com muitos problemas de convivência fraterna que está dividida. Paulo vem dizer que é preciso se unir no essencial e se respeitar na diversidade.

No Evangelho, Jesus traz para a sociedade um ensinamento e práticas centradas na justiça, que gera relações novas que constroem um mundo novo.

Pedro com sua pergunta, "Senhor, quantas vezes devo perdoar?" Jesus motiva para os seus seguidores que para entrar no Reino do Céu, é preciso supera a justiça dos doutores da lei e dos fariseus. Pedro imaginava que depois podia perseguir, cometer vingança porque já tinha perdoado sete vezes.

Jesus vai mostrar que não se trata de números. O perdão é questão de qualidade e se não for total e contínuo não é perdão. O perdão é gesto nobre de ser humano e benção de Deus na vida dos seus seguidores. Nós temos uma divida impagável diante de Deus. Mas ele sempre tem compáixão de nós, nos perdoa e nos liberta de todas as amarras do pecado.

Jacareí, 11 de setembro de 2011

Pe. José Afonso de Souza

Pároco

Abertura da Semana da Bíblia!

Fonte: Sínopse dos Quatro Evangelhos - Paulus

            Projeto Nacional de Evangelização - CNBB - n°18

            Bíblia Sagrada - Edição Pastoral - Paulus

            Nas fontes da palavra - Basílio Caballero - Santuário

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