Avisos Paroquiais
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O Banquete da Fraternidade

11/10/2011

28° Domingo do Tempo Comum

Is 25,6-10a; Sl 22(23); Fl 4,12-14.19-20; Mt 22,1-10

Tema: O Banquete da Fraternidade

Nessa semana vamos celebrar a grande festa da Nossa Padroeira, a Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, dia 12 (quarta-feira), e dia 15 (sábado) Santa Tereza de Jesus.

Na primeira leitura (Is 25,6-10a); que é conhecido como o Apocalipse de Isaías, anuncia a grande festa, preparada por Deus para todas as nações, na colina do Monte Sião, lugar das romarias sagradas e santas do povo. Agora será o lugar aonde todos os povos vão se encontrar no Banquete da Fraternidade, preparado por Deus para a festa de casamento de seu FIlho com a humanidade. Deus mesmo prepara e serve o banquete. E o motivo do banquete é este: as lágrimas e sofrimentos vão acabar, o luto e a tristeza desaparecerão para que o povo na unidade da fraternidade possa celebrar o banquete da vida. E o presente mais importante´para todos é a destruição para sempre da morte, pois, esse era a maldição que pesava desd ei início da criação sobre toda a humanidade.

O Salmo 23(22) é de confiança e entrega. Uma das imagens mais bonitas de Deus no Antigo Testamento é aquela que msotra como um inocente pastor foge dos poderosos que querem matá-lo, sente-se protegido pelo Senhor como ovelha. A grande ação de Deus Pastor foi ter tirado seu rebanho do curral do Egito e tê-lo conduzido pelo deserto, levando-o a Terra Prometida, onde correm leite e mel.

Na segunda leitura (Fl 4,12-14.19-20), Paulo estando na prisão, fala do Banquete da Fraternidade. Lembra que aprendeu o segredo de viver. Para ele, nem a pobreza nem a riqueza são capazes de mudar as suas convicções, pois, a força que o sustenta em todos os momentos é Deus. "Tudo posso naquele que me dá força" (4,13).

No Evangelho (Mt 22,1-10), Deus prepara o casamento de Jesus, ou seja, a aliança de seu Filho com a humanidade. Partricipar dessa festa e comprometer-se  com a justiça do Reino. Os convidados que recusam o convite são as lideranças do povo. Os empregados são os Profetas que ao longo da história denunciam as injustiças e tramóias cometidas pelas lideranças. Lideranças que deviam ser os primeiros responsáveis  pela sociedade justa e fraterna.

A parábola é muito severa na sentença: "Indignado, o rei mandou matar aqueles assassinos..."os poderosos se excluíram do Reino de Deus e sua justiça. Desprezaram o convite e foram violentos, agarraram os Profetas, bateram neles e os mataram.

o banquete que Deus oferece é a possibilidade de uma sociedade baseada na Justiça do Reino. A elite procura privilégios e lucros pessoais .

O Reino da Justiça não fracassa por causa dos ricos que exploram e matam o povo. Deus continua enviando Profetas às encruzilhadas dos caminhos. Eles convidam para a festa todos os que encontram, maus e bons, a sala fica cheia de convidados.

O Rei passa e encontra alguém sem a veste para festa, essa veste é a Justiça do Reino. O compromisso com a Justiça do Reino é a única resposta que vamos dar ao chamado no banquete de casamento com a humanidade.

A noiva do Filho do rei somos nós desde que vistamos a roupa da justiça.

Jacareí,09 de outubro de 2011.

Pe. José Afonso de Souza

Pároco

Fonte: Projeto Nacional de Evangelização - CNBB - n°18

            Bíblia Sagrada - Edição Pastoral - Paulus.

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