Avisos Paroquiais
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Amar o povo é amar a Deus

25/10/2011

23/10/2011

30° Domingo do tempo comum

Ex 22,20-26; Sl 17(18); 1Ts 1,5c-10; Mt 22,34-40

Tema: "Amar a o povo é amra a Deus"

O livro do Êxodo nos ajuda a perceber o conteúdo da palavra e da ação dos missionários: "não orpimas nem maltrates o estrangeiro, pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito". Deus despreza ofertas desonestas  ou roubadas dos pobres. Deus é um juiz justo e compassivo e não faz distinção de pessoas. Não leva em conta a posição social. Não se deixa corromper e sempre está do lado dos pobres. Deus aceita o sacrifício de quem o serve, servindo ao próximo, respeitando-o e respeitando tudo que lhe pertence. O Senhor quer justiça e liberdade para todos e todas. Havendo gratuidade, confiança e entrega generosa nas mãos de Deus, a oração será sincera e eficaz.

O Salmo 17 (18) possui 51 versículos e tem como tema central a pessoas do rei, em nome de Deus esses reis oprimam e exploravam o povo. Esse Salmo mostra que Deus é um aliado e defensor do seu povo.

Na segunda leitura (1Tessalonicenses 1,5c-10), Paulo rende graças pela fé, pela esperança e pelo amor da comunidade porque os cristãos acolheram a Palavra de Deus com alegria do Espírito Santo no meio das tribulações e contratempos. A comunidade de Tessalônica se torna modelo para todos e todas seguidores e seguidoras de Jesus Cristo. O Espírito Santo é luz na caminhada.

O Evangelho (Mt 22,34-40), mostra que amar o povo é amar a Deus. As lideranças querem conservar as coisas como estão, pois, isso lhes é muito vantajoso. Eram muitas as leis e centenas as proibições, os fariseus eram rigorosos nisso. A graça e a amizade de Deus dependiam da observação de todas essas leis. O povo ficava fora, à margem da discussão e era considerado pobre e infeliz pelas elites porque não conhecia as leis.

Entre os religiosos e estudiosos corria uma discussão sobre qual seria o mandamento mais importante. Armaram uma armadilha e se aproximaram de Jesus como uma cilada: Qual é o maior mandamento:? Com a pergunta os fariseus esperavam uma resposta definitiva do Mestre da Justiça. Esperavam que Jesus afirmasse que todos os mandamentos são importantes.

Jesus responde lembranbdo-se da passagem do Livro do Deuteronômio: "Amarás ao Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, e com toda a tua força" (Dt 6,5), ou seja, plenamente em todos os momentos da vida. Jesus, contudo acrescenta um outro mandamento no contexto de Reino e da sua opção pelos pobres: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Lv 18,19b). Toda a Lei e os Profetas dependem desses mandamentos.; Esses dois madamentos são o resumo de toda a Bíblia.

Amar a Deus, portanto, é amar o povo, porta da entrada de toda religião. Os fariseus imaginavam que seria possível ser fiel a Deus sem ser fiel ao povo que eles desprezavam. Isso é impossível.

No Evangelho de São João (13,34) Jesus diz: "Eu dou a vocès um novo mandamento: amem-se uns aos outros. Assim como eu amei vocês, vocês devem amar uns aos outros".

Resumo das leituras de hoje:

- Primeira leitura (Ex 22,20-26): Deus é um aliado e defensor dos pobres.

- Segunda leitura (1Ts 1,5c-10): Fazer memória da resistência, das lutas e das vitórias contra os ídolos mortos e a adesão ao Deus vivo e verdadeiro. Ser cristão supõe lutar contra todos os ídolos de hoje que mantêm o povo pobre à margem da vida.

- Evangelho (Mt 22,34-40): Amar a Deus é amar o povo. A porta de entrada para Deus é o nosso povo. A missão não acontece sem essa condição, amar a Deus é amar o povo que sofre.

Jacareí, 23 de Outubro de 2011

Pe. José Afonso

Fonte: Projeto Nacional de Evangelização n° 18 - CNBB

            Roteiros Homiléticos - Pe. José Bortolini - Paulus

            Bíblia Sagrada, Edição Pastoral -Paulus

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